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terça-feira, 4 de dezembro de 2012
sábado, 1 de dezembro de 2012
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
sábado, 24 de novembro de 2012
domingo, 12 de agosto de 2012
CADA PORTUGUÊS É RESPONSÁVEL
Segundo as notícias das últimas horas desapareceram os documentos do caso (de corrupção) dos submarinos.
Não é que fosse especialmente importante a sua existência porque o resultado final seria sempre o habitual - arquivamento e/ou absolvição.
Mas, de qualquer forma é lamentável que casos destes continuem a acontecer no nosso país e que determinada "direita" tão rápida a falar de "Freeports" e outros que tais, em casos de "sobreiros" e "submarinos", reza uma Avé Maria e um Padre Nosso e fica tudo bem!
Bem vistas as coisas, a responsabilidade final acaba por ser do povo português, que com o seu voto cauciona esta gentalha. Mas o que esperar de quem reelege corruptos dizendo "rouba mas faz" ou de quem vai oscilando o seu voto entre os mesmos de sempre apesar de eleger invariavelmente gente que segue como política única o privilegiar os seus interesses pessoais?
Sejamos claros: Um corrupto é um corrupto. Um ladrão é um ladrão. Independentemente de ser de direita ou de esquerda! Não pode haver tonalidades diferentes na condenação de actos lamentáveis dependendo da cor política dos intervenientes.
E enquanto quem se indigna o fizer (quase) em surdina e de forma disfarçada, tudo ficará na mesma! É com isso que eles contam: a habitual passividade do povo português, que gosta de criticar mas na hora da verdade ganha medo à mudança e mantem tudo na mesma!
Merda de gente que tem o meu País!
Não é que fosse especialmente importante a sua existência porque o resultado final seria sempre o habitual - arquivamento e/ou absolvição.
Mas, de qualquer forma é lamentável que casos destes continuem a acontecer no nosso país e que determinada "direita" tão rápida a falar de "Freeports" e outros que tais, em casos de "sobreiros" e "submarinos", reza uma Avé Maria e um Padre Nosso e fica tudo bem!
Bem vistas as coisas, a responsabilidade final acaba por ser do povo português, que com o seu voto cauciona esta gentalha. Mas o que esperar de quem reelege corruptos dizendo "rouba mas faz" ou de quem vai oscilando o seu voto entre os mesmos de sempre apesar de eleger invariavelmente gente que segue como política única o privilegiar os seus interesses pessoais?
Sejamos claros: Um corrupto é um corrupto. Um ladrão é um ladrão. Independentemente de ser de direita ou de esquerda! Não pode haver tonalidades diferentes na condenação de actos lamentáveis dependendo da cor política dos intervenientes.
E enquanto quem se indigna o fizer (quase) em surdina e de forma disfarçada, tudo ficará na mesma! É com isso que eles contam: a habitual passividade do povo português, que gosta de criticar mas na hora da verdade ganha medo à mudança e mantem tudo na mesma!
Merda de gente que tem o meu País!
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Troika contraria declarações de Sócrates
Editor de economia da TVI sublinha que plano de ajuda a Portugal «não é mais leve» do que os da Irlanda e Grécia, como o primeiro-ministro afirmou esta semana.
Com a devida vénia à Agência Financeira
Os elementos da troika «contrariam as declarações do primeiro-ministro». Vasco Rosendo, editor de economia da TVI, explica que as afirmações de Poul Thomsen, o representante do FMI na troika, são claras ao garantir que o plano de resgate a Portugal não é «mais leve» do que o que foi aplicado à Grécia ou à Irlanda. Bem pelo contrário: este plano é mais profundo.
Também Rasmus Rüffer, o elemento BCE, negou que este programa seja mais brando, uma ideia que José Sócrates sublinhou, na passada quarta-feira, em declaração ao país.
Já sobre estas declarações da troika, o primeiro-ministro preferiu esta quinta-feira não fazer qualquer tipo de comentário.
Com a devida vénia à Agência Financeira
Os elementos da troika «contrariam as declarações do primeiro-ministro». Vasco Rosendo, editor de economia da TVI, explica que as afirmações de Poul Thomsen, o representante do FMI na troika, são claras ao garantir que o plano de resgate a Portugal não é «mais leve» do que o que foi aplicado à Grécia ou à Irlanda. Bem pelo contrário: este plano é mais profundo.
Também Rasmus Rüffer, o elemento BCE, negou que este programa seja mais brando, uma ideia que José Sócrates sublinhou, na passada quarta-feira, em declaração ao país.
Já sobre estas declarações da troika, o primeiro-ministro preferiu esta quinta-feira não fazer qualquer tipo de comentário.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
O desnecessário resgate de Portugal
Gostava que aqueles que embandeiraram em arco com este artigo publicado no New York Times me expliquem porque é que a PSP, da qual sou fornecedor, não me paga um cêntimo que seja há 3 meses. E já deve as facturas de 7 meses.
quinta-feira, 31 de março de 2011
CULPA DO PSD, CLARO! Portugal Raises Budget Deficit to 8.6%; Had Forecast 6.9%
Portugal revised its budget-deficit figure for 2010 to 8.6% of gross domestic product, sharply higher than the 6.9% deficit it had forecast.
The government said the revision was due to accounting changes.
Portugal said it was keeping its budget-deficit target for 2011 at 4.6% of GDP.
http://europe.wsj.com/?mod=djemalertMARKET
The government said the revision was due to accounting changes.
Portugal said it was keeping its budget-deficit target for 2011 at 4.6% of GDP.
http://europe.wsj.com/?mod=djemalertMARKET
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
REDUÇÃO DO NÚMERO DE DEPUTADOS NA AR - A HIPOCRISIA DE PS E PSD
Os senhores do PS e do PSD continuam a considerar os portugueses como parvos e agora vêm com a maior das latas defender a redução do número de deputados na Assembleia da República para metade. Mas estão nos sucessivos governos há mais de 30 anos e nunca o fizeram...
Já em 2005 o PND defendia a redução de todos os cargos políticos para metade (não apenas os deputados à AR). Nessa altura, era uma medida populista para PS e PSD.
Então porque é que agora defendem aquilo a que sempre se opuseram?
Muito simples: Por um lado a pressão da opinião pública que é favorável a essas medidas e por outro a sensação de que pela primeira vez os denominados pequenos partidos lhes estão a ganhar espaço e têm hipóteses de eleger deputados à AR.
Conclusão: Um nojo cada vez maior esta política portuguesa em que com a maior desfaçatez o que era ontem mentira é hoje verdade!
Já em 2005 o PND defendia a redução de todos os cargos políticos para metade (não apenas os deputados à AR). Nessa altura, era uma medida populista para PS e PSD.
Então porque é que agora defendem aquilo a que sempre se opuseram?
Muito simples: Por um lado a pressão da opinião pública que é favorável a essas medidas e por outro a sensação de que pela primeira vez os denominados pequenos partidos lhes estão a ganhar espaço e têm hipóteses de eleger deputados à AR.
Conclusão: Um nojo cada vez maior esta política portuguesa em que com a maior desfaçatez o que era ontem mentira é hoje verdade!
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
terça-feira, 2 de novembro de 2010
DESPESAS INCOMPRESSÍVEIS?
Devia ser a estas despesas que se referia hoje o primeiro-ministro que temos a infelicidade de estar a (des)governar o país:
A empresa First Five Consulting (F5C), uma das maiores prestadoras de serviços na área da assessoria mediática e de organização de eventos para o Governo, está em nome do advogado que defende o chefe de gabinete de José Sócrates no caso contra o deputado de socialista Vítor Baptista. Este acusa André Figueiredo de tráfico de influências, ao tentar aliciá-lo com a promessa de um cargo numa empresa pública, em troca da sua não-recandidatura à federação de Coimbra, e vai ser processado.
Com a devida vénia ao Público
O nome do advogado, Jorge Manuel Abreu Rodrigues, aparece na base de dados do Ministério da Justiça como sendo o administrador único da F5C - que é uma sociedade anónima -, e nos relatórios de negócios é apresentado como detentor de 100 por cento do capital. Contactado pelo PÚBLICO, recusou falar no assunto. Porém, João Tocha, o director-geral da F5C, disse ao PÚBLICO que é também accionista, com metade do capital. Mas a empresa, afinal, é mais do que uma agência de comunicação: além da "prestação de serviços de consultoria, estudos, projectos e management em todas as áreas da vida económica, marketing, comunicação e publicidade", tem também como objecto social a "compra e venda de imóveis para revenda".
De acordo com o portal dos contratos públicos, a F5C facturou, desde final de 2008, perto de 1,2 milhões de euros em eventos e assessoria a entidades públicas como o IAPMEI, ministérios da Educação, Saúde, Agricultura e Justiça, a Estradas de Portugal, os governos regionais dos Açores e da Madeira, Parque Expo, Governo Civil de Lisboa e municípios de Campo Maior, Rio Maior e Oliveira de Azeméis.
Fundada em 2007, a F5C integrou entre os accionistas elementos próximos do gabinete de Sócrates e teve uma ascensão meteórica na facturação - 2,5 milhões de euros em 2009. Apontado como bastante próximo das cúpulas socialistas, João Tocha prefere dizer que trabalha e aconselha políticos e partidos independentemente da cor. E sobre o facto de a empresa ter tanta exposição na comunicação social por aparecer ligada à organização de eventos públicos diz que é a "demonstração da falta de habilidade" de quem o quer "prejudicar e só consegue dar maior visibilidade a custo zero" à F5C - uma referência à agressividade que domina o mercado da comunicação política.
A empresa First Five Consulting (F5C), uma das maiores prestadoras de serviços na área da assessoria mediática e de organização de eventos para o Governo, está em nome do advogado que defende o chefe de gabinete de José Sócrates no caso contra o deputado de socialista Vítor Baptista. Este acusa André Figueiredo de tráfico de influências, ao tentar aliciá-lo com a promessa de um cargo numa empresa pública, em troca da sua não-recandidatura à federação de Coimbra, e vai ser processado.
Com a devida vénia ao Público
O nome do advogado, Jorge Manuel Abreu Rodrigues, aparece na base de dados do Ministério da Justiça como sendo o administrador único da F5C - que é uma sociedade anónima -, e nos relatórios de negócios é apresentado como detentor de 100 por cento do capital. Contactado pelo PÚBLICO, recusou falar no assunto. Porém, João Tocha, o director-geral da F5C, disse ao PÚBLICO que é também accionista, com metade do capital. Mas a empresa, afinal, é mais do que uma agência de comunicação: além da "prestação de serviços de consultoria, estudos, projectos e management em todas as áreas da vida económica, marketing, comunicação e publicidade", tem também como objecto social a "compra e venda de imóveis para revenda".
De acordo com o portal dos contratos públicos, a F5C facturou, desde final de 2008, perto de 1,2 milhões de euros em eventos e assessoria a entidades públicas como o IAPMEI, ministérios da Educação, Saúde, Agricultura e Justiça, a Estradas de Portugal, os governos regionais dos Açores e da Madeira, Parque Expo, Governo Civil de Lisboa e municípios de Campo Maior, Rio Maior e Oliveira de Azeméis.
Fundada em 2007, a F5C integrou entre os accionistas elementos próximos do gabinete de Sócrates e teve uma ascensão meteórica na facturação - 2,5 milhões de euros em 2009. Apontado como bastante próximo das cúpulas socialistas, João Tocha prefere dizer que trabalha e aconselha políticos e partidos independentemente da cor. E sobre o facto de a empresa ter tanta exposição na comunicação social por aparecer ligada à organização de eventos públicos diz que é a "demonstração da falta de habilidade" de quem o quer "prejudicar e só consegue dar maior visibilidade a custo zero" à F5C - uma referência à agressividade que domina o mercado da comunicação política.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
OS MESTRES DA ALDRABICE
Informação constante do site da Universidade de Columbia, fornecida pelo gabinete do primeiro-ministro José Sócrates:
"licenciado em engenharia civil em Coimbra, MBA em Lisboa"
Columbia University World Leaders Forum
"licenciado em engenharia civil em Coimbra, MBA em Lisboa"
Columbia University World Leaders Forum
domingo, 26 de setembro de 2010
UM GOVERNO DE ALDRABÕES - APANHADO MAIS UM...
Derrapagem no TGV: documentos do Ministério contradizem ministro
António Mendonça não consegue explicar divergências
A oposição confrontou o ministro das Obras Públicas com o verdadeiro custo do troço Poceirão-Caia, que a TVI revelou esta semana.
O ministro respondeu com acusações de manipulação e ignorância. Nalgumas dessas explicações, António Mendonça entrou em contradição com os documentos oficiais do seu próprio Ministério.
No dia em que foi assinado o contrato do troço Poceirão-Caia, o Ministério das Obras Públicas distribuiu um documento aos jornalistas, que ainda está disponível no site da RAVE, empresa pública para o TGV. Esse documento fala de um custo de manutenção de 12,2 milhões de euros por ano, só que no Anexo 13 do contrato assinado no mesmo dia, esse custo dispara para 15,68 milhões de euros.
O ministro tentou explicar a diferença de três milhões e meio de euros por ano, que custa ao Estado 92 milhões de euros a mais durante os 37 anos de trabalhos de manutenção contratados, dizendo que assenta na separação das duas linhas que fazem parte do projecto: a linha de alta velocidade até ao Poceirão e a linha tradicional, para mercadorias, a construir ao lado.
Mas a explicação do ministro é desmentida pelo documento distribuído pelo Ministério no dia 8 de Maio. Aí, o custo de manutenção de 12,2 milhões de euros é a legenda para toda a parceria público-privada, que engloba a linha de alta velocidade e a linha convencional.
Para que o leitor possa confirmar os dados, a TVI disponibiliza os documentos em causa. Veja aqui:
Anexo 9 - Critérios-chave
Anexo 13 - Pagamentos dos Parceiros Públicos
António Mendonça não consegue explicar divergências
A oposição confrontou o ministro das Obras Públicas com o verdadeiro custo do troço Poceirão-Caia, que a TVI revelou esta semana.
O ministro respondeu com acusações de manipulação e ignorância. Nalgumas dessas explicações, António Mendonça entrou em contradição com os documentos oficiais do seu próprio Ministério.
No dia em que foi assinado o contrato do troço Poceirão-Caia, o Ministério das Obras Públicas distribuiu um documento aos jornalistas, que ainda está disponível no site da RAVE, empresa pública para o TGV. Esse documento fala de um custo de manutenção de 12,2 milhões de euros por ano, só que no Anexo 13 do contrato assinado no mesmo dia, esse custo dispara para 15,68 milhões de euros.
O ministro tentou explicar a diferença de três milhões e meio de euros por ano, que custa ao Estado 92 milhões de euros a mais durante os 37 anos de trabalhos de manutenção contratados, dizendo que assenta na separação das duas linhas que fazem parte do projecto: a linha de alta velocidade até ao Poceirão e a linha tradicional, para mercadorias, a construir ao lado.
Mas a explicação do ministro é desmentida pelo documento distribuído pelo Ministério no dia 8 de Maio. Aí, o custo de manutenção de 12,2 milhões de euros é a legenda para toda a parceria público-privada, que engloba a linha de alta velocidade e a linha convencional.
Para que o leitor possa confirmar os dados, a TVI disponibiliza os documentos em causa. Veja aqui:
Anexo 9 - Critérios-chave
Anexo 13 - Pagamentos dos Parceiros Públicos
domingo, 19 de setembro de 2010
ALDRABÕES DO PARTIDO SOCIALISTA FAZEM (MAIS UMA VEZ) AQUILO DE QUE ACUSAM OUTROS!
Armados da habitual lata e depois de acusarem o PSD de querer acabar com a gratuitidade tendencial da Saúde que está na Constituição, é o Governo do Partido Socialista que toma medidas nesse sentido!
Há muitos casos em que os utentes vão passar a pagar mais pelos fármacos. Isto porque o Governo baixou as comparticipações de diversos medicamentos e mexeu nos escalões. Há três grupos de medicamentos em que a comparticipação do Estado vai ser significativamente reduzida, o que significa que o preço pago pelo utente aumenta, não obstante a alargada oferta de genéricos.
No que respeita às comparticipações, há ainda outras mudanças que penalizam os utentes. O escalão mais alto (A), que era comparticipado a 95%, passa a 90%. Quanto ao regime especial (pensionistas que auferem rendimentos anuais inferiores a 14 salários mínimos e que beneficiam do complemento solidário para idosos), passa de 100% para 95%.
Ana Jorge disse ainda que vai haver um corte no número de meios complementares de diagnóstico pedidos pelos cidadãos e comparticipados pelo Estado.
Há muitos casos em que os utentes vão passar a pagar mais pelos fármacos. Isto porque o Governo baixou as comparticipações de diversos medicamentos e mexeu nos escalões. Há três grupos de medicamentos em que a comparticipação do Estado vai ser significativamente reduzida, o que significa que o preço pago pelo utente aumenta, não obstante a alargada oferta de genéricos.
No que respeita às comparticipações, há ainda outras mudanças que penalizam os utentes. O escalão mais alto (A), que era comparticipado a 95%, passa a 90%. Quanto ao regime especial (pensionistas que auferem rendimentos anuais inferiores a 14 salários mínimos e que beneficiam do complemento solidário para idosos), passa de 100% para 95%.
Ana Jorge disse ainda que vai haver um corte no número de meios complementares de diagnóstico pedidos pelos cidadãos e comparticipados pelo Estado.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
CLARO QUE CONSEGUEM!
É fácil:
1. Aumentam-se os impostos.
2. Desorçamenta-se (empurrando custos para empresas de capitais públicos).3. Vendem-se todos os imóveis do Estado (a empresas de capitais públicos), alugando-os logo de seguida.
E QUANDO JÁ NADA DISTO FOR POSSÍVEL?
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
"O GOVERNO POUCO PODE FAZER" - Principalmente se não tiver vontade....
Em relação ao risco da dívida pública, o titular da pasta da Economia admitiu que as opções do Governo não são muitas num cenário de crise que atinge não só a economia portuguesa como também a de várias economias mundiais.
«Isso tem a ver com a nova fase da situação financeira da Europa e das dificuldades de crédito que foram criadas depois da crise financeira e, naturalmente, um reflexo da forma como os mercados vêem a evolução das economias», acrescentou.
Para responder a esta situação, Vieira da Silva admitiu que os «caminhos são relativamente estreitos», havendo a necessidade de o Governo «cumprir o seu papel de assumir e levar a cabo com determinação» a tarefa de impedir a subida da dívida.
ENTÃO PORQUE SERÁ QUE O RISCO DA NOSSA DÍVIDA CRESCE ASSUSTADORAMENTE?
Será por isto?
Enquanto a despesa caiu 14% na Grécia, 2,9% na Irlanda e 2,5% em Espanha, em Portugal subiu 4%. Quando é que se controla o monstro?
«Isso tem a ver com a nova fase da situação financeira da Europa e das dificuldades de crédito que foram criadas depois da crise financeira e, naturalmente, um reflexo da forma como os mercados vêem a evolução das economias», acrescentou.
Para responder a esta situação, Vieira da Silva admitiu que os «caminhos são relativamente estreitos», havendo a necessidade de o Governo «cumprir o seu papel de assumir e levar a cabo com determinação» a tarefa de impedir a subida da dívida.
ENTÃO PORQUE SERÁ QUE O RISCO DA NOSSA DÍVIDA CRESCE ASSUSTADORAMENTE?
Será por isto?
Enquanto a despesa caiu 14% na Grécia, 2,9% na Irlanda e 2,5% em Espanha, em Portugal subiu 4%. Quando é que se controla o monstro?
MAIS UM BANHA DA COBRA!
Face a estas declarações de Carlos Barbosa, os sócios do ACP deveriam exigir que o desconto que têm em combustíveis de 9 cêntimos uma vez por mês, passe a ser feito todos os dias! Se isso não ocorrer mais uma vez se prova que as declarações deste senhor são pura demagogia, pretendendo apenas alcances políticos...
Se é fácil para ele comparar produtos e serviços diferentes, também lhe será decerto fácil conseguir estender o que publicita para apenas um dia para o mês inteiro...
Se é fácil para ele comparar produtos e serviços diferentes, também lhe será decerto fácil conseguir estender o que publicita para apenas um dia para o mês inteiro...
terça-feira, 24 de agosto de 2010
AS PROMESSAS DO GOVERNO....
Hoje tomei conhecimento de que as muito publicitadas medidas de apoio ao emprego (x por contratação de desempregados de longa duração, y por contratação de desempregados com mais de 45 anos, etc) não estão a ser pagas.
Invariavelmente a resposta do IEFP é de que só efectuará pagamentos quando tiver disponibilidade financeira!
Um comportamento à altura dos que nos (des)governam! Desonestidade e aldrabice são os lemas deles! As promessas são exaustivamente repetidas, mas muito pouco têm a ver com a realidade.
Invariavelmente a resposta do IEFP é de que só efectuará pagamentos quando tiver disponibilidade financeira!
Um comportamento à altura dos que nos (des)governam! Desonestidade e aldrabice são os lemas deles! As promessas são exaustivamente repetidas, mas muito pouco têm a ver com a realidade.
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