Mostrar mensagens com a etiqueta Manuel Alegre. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Manuel Alegre. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 15 de julho de 2010

HÁ SEMPRE ALGUÉM QUE DESISTE E DIZ SIM!


O actual candidato presidencial socialista, subserviente ao poder e correia de transmissão do pensamento de Sócrates será o mesmo, crítico e irrevente que há uns meses tinha sido escolhido como candidato presidencial apoiado pelo Bloco de Esquerda?

Nem parece! Augura-se uma derrota clamorosa!

Vejam estas pérolas, tiradas dos artigos lincados acima:

20 de Março, antes do apoio do PS:

Alegre rejeita "mudar de convicções consoante as conveniências". Por isso, atacou a política de privatizações, criticou o "esforço desigual" de contenção pedido aos portugueses e lançou o alerta: a consolidação orçamental "não pode ser um colete de forças para estrangular a economia e pôr em causa a coesão social".

Durante um discurso centrado maioritariamente nas questões económicas do país, o histórico socialista chegou mesmo a considerar que as opções adoptadas para combater o défice e o endividamento contemplam medidas que são "um escândalo para a saúde da República".

14 de Julho, candidato apoiado pelo PS:

O candidato a Presidente acusou o actual detentor do cargo de estar a enfraquecer o Estado português, ao dizer que o país está numa situação insustentável.

«Todos os dias o vemos na televisão a dar lições de Economia. Ele é professor, mas esse não é o papel de um Presidente da República, nem é o de se substituir ao primeiro-ministro, nem o de se substituir ao do ministro das Finanças», sublinhou.

«Quando se diz, numa situação como esta que o País está insustentável, está a enfraquecer-se o Estado Português perante aqueles que, de fora, fazem ataques especulativos», acrescentou.

sábado, 1 de maio de 2010

SABUJO COMO NÓS

Desesperado por obter o apoio do PS à sua candidatura presidencial, Manuel Alegre agora até já admoesta Cavaco Silva por este fazer o que ele passou os últimos anos a fazer: criticar o governo.

Sugere-se ao poeta que em futuras edições a sua obra "cão como nós" mude de título!