Editor de economia da TVI sublinha que plano de ajuda a Portugal «não é mais leve» do que os da Irlanda e Grécia, como o primeiro-ministro afirmou esta semana.
Com a devida vénia à Agência Financeira
Os elementos da troika «contrariam as declarações do primeiro-ministro». Vasco Rosendo, editor de economia da TVI, explica que as afirmações de Poul Thomsen, o representante do FMI na troika, são claras ao garantir que o plano de resgate a Portugal não é «mais leve» do que o que foi aplicado à Grécia ou à Irlanda. Bem pelo contrário: este plano é mais profundo.
Também Rasmus Rüffer, o elemento BCE, negou que este programa seja mais brando, uma ideia que José Sócrates sublinhou, na passada quarta-feira, em declaração ao país.
Já sobre estas declarações da troika, o primeiro-ministro preferiu esta quinta-feira não fazer qualquer tipo de comentário.
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quinta-feira, 5 de maio de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
Alternativas são possíveis e indispensáveis
Com a inevitável, e consequentemente imposta, ajuda externa financeira ao nosso país, pululam os comentários que apontam para que este não é o tempo de ideologias, nem de discussões políticas ou programáticas, antes e só de realismo contabilístico.
É curioso que sempre que se entra em apertos, se procure sustentar que se deve retirar aos políticos a condução da governação e que, a contrário, estes apenas deverão estar em palco quando tudo corre bem e quando nada de importante há para decidir.
Como quem diz, que a política é para ser exercida por actores cuja única qualificação é saber representar, não necessitando de quaisquer competências, credibilidade ou ideias; assim, e segundo esta linha de raciocínio, quando as circunstâncias se complicam, é então necessário afastar esses parasitas e inúteis e deixar aos sabedores neutros a complexidade da governação.
No DN de 6.ª feira passada, aqui http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1835879&seccao=Convidados&page=-1 pode ler-se o texto na íntegra.
É curioso que sempre que se entra em apertos, se procure sustentar que se deve retirar aos políticos a condução da governação e que, a contrário, estes apenas deverão estar em palco quando tudo corre bem e quando nada de importante há para decidir.
Como quem diz, que a política é para ser exercida por actores cuja única qualificação é saber representar, não necessitando de quaisquer competências, credibilidade ou ideias; assim, e segundo esta linha de raciocínio, quando as circunstâncias se complicam, é então necessário afastar esses parasitas e inúteis e deixar aos sabedores neutros a complexidade da governação.
No DN de 6.ª feira passada, aqui http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1835879&seccao=Convidados&page=-1 pode ler-se o texto na íntegra.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
ALEGREMENTE, A CAMINHO DO ABISMO!
Segundo sondagem agora revelada, se houvesse eleições neste momento, haveria um empate técnico entre PS e PSD.
Esta sondagem revela que os portugueses estão contentes com o que têm e se mantêm perfeitamente indiferentes ao aproximar do abismo. A situação económica degrada-se de dia para dia, sem que sejam tomadas decisões de fundo que permitam travar o despesismo do Estado, mas a maioria mantêm-se alheada a estes factos.
E com alguma sorte, quando, dentro de cada vez menos meses, o FMI impuser medidas altamente restritivas e nos juntarmos à Grécia, os principais responsáveis pelo estado a que o país chegou conseguirão "vender" a ideia de que "os maus" são os que de fora nos impuseram tais medidas e continuarão no poder tentando ainda e sempre defender os seus interesses, como fizeram no passado!
Esta sondagem revela que os portugueses estão contentes com o que têm e se mantêm perfeitamente indiferentes ao aproximar do abismo. A situação económica degrada-se de dia para dia, sem que sejam tomadas decisões de fundo que permitam travar o despesismo do Estado, mas a maioria mantêm-se alheada a estes factos.
E com alguma sorte, quando, dentro de cada vez menos meses, o FMI impuser medidas altamente restritivas e nos juntarmos à Grécia, os principais responsáveis pelo estado a que o país chegou conseguirão "vender" a ideia de que "os maus" são os que de fora nos impuseram tais medidas e continuarão no poder tentando ainda e sempre defender os seus interesses, como fizeram no passado!
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